Dança das horas

o corpo persiste
entre um poço e o vento
mais um passo
o desvelo
no silêncio do tempo
a alma resiste
à ilusão ambulante
espantando cinzas
na ponta acesa das horas
seu derradeiro atrevimento

2014-07-28

Gostou? Partilhe!
  • Print
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Add to favorites
  • blogmarks
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Tumblr
Esta entrada foi publicada em Poesia com as tags , , , , . ligação permanente.