À luz dos sentidos

sobre teu chão frio
conquistas a réstea
de um calor que te resta
como centelha última
e a cresces sendo única
outra mais outra no mundo

sobre tuas incertezas
acendes o pavio
sabes da vela o navio
remas mar de noite plana
a certeza que te rumas
de serem os caminhos incertos

sobre tuas margens
refundas o rio
desafias meandros ao destino
até um mar de sentidos
não faz qualquer sentido
não ter sentido nenhum

2013-11-30

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