Inquietude

Enquanto te inquietas
e nadas entre as vírgulas
exclamações de desejos
palavras acesas
dentro da tua alma

Somas-te à tua estrada
ao teu rio navegado
equilíbrio instável
no grau mais elevado
da equação de ti

Em cada letra um olhar
em cada palavra um brilho
em cada frase um desejo
em cada verso um arrepio
num poema um ensejo

Sintaxe (des)encontrada na vida
Múltiplas equações (des)encaixadas
Ainda não és nada
Já és tudo
quanto conjuga o verbo amar

2010-03-12

Gostou? Partilhe!
  • Print
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Add to favorites
  • blogmarks
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Tumblr
Esta entrada foi publicada em Poesia com as tags , , , , . ligação permanente.