Há palavras

Há palavras que me desabam incólumes
E se erigem rotas em meus caminhos
Nos silêncios de castelos a erguer
Versando de sonhos meus destinos

Ainda soletram os compassos uterinos
Já de versos se fazem renascer
Aqui em mar se espelham flutuantes
Além do céu despontam sem morrer

Há palavras que de risos matutinos
A canção da tarde me fazem amanhecer

2011-05-27

Gostou? Partilhe!
  • Print
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Add to favorites
  • blogmarks
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Tumblr
Esta entrada foi publicada em Poesia com as tags , , , , , , . ligação permanente.