Cem mil anos


Meu Amor
Tudo o que me és
Há cem mil anos

Sabes que não exagero
Que me vives desde sempre
Nesta vaga do tempo
Preciso momento
Em que me perduras
Âmago do meu sujeito
Leme em roteiro imperfeito

Sabes que não exagero
Em ti Amor tudo o que sei
As memórias desde que o são
Sonhos que por ti vivi
E para ti inventei
Vivo-os de ti infundido
Em todos os sentidos
Dissolvemos os vãos do tempo
Quando juntos
Abraçamos a solidão


Meu Amor
Mais de cem mil anos
Na perenidade que és
Este momento

2011-03-11

Gostou? Partilhe!
  • Print
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Add to favorites
  • blogmarks
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Tumblr
Esta entrada foi publicada em Poesia com as tags , , , , , . ligação permanente.