Altiva circunstância

aquieta o orgulho da tua espada
põe silêncio na tua majestade
ouve o silvo dos justos
murmurando os tempos
até à nudez dos espíritos


teu brilho esmaece
se manchas as mãos sem dor

o mate de todas as cores
magnânimas e lúcidas
que te sobrevivem
em branco cintilante

2016-08-30

Gostou? Partilhe!
  • Print
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • FriendFeed
  • LinkedIn
  • Netvibes
  • Add to favorites
  • blogmarks
  • email
  • PDF
  • RSS
  • Tumblr
Esta entrada foi publicada em Poesia com as tags , , , , , , . ligação permanente.